Japão e Rússia no caminho do Brasil

O Japão, uma ?escola? que se caracteriza pela habilidade de suas jogadoras, e a Rússia, que tem como armas a ?força? e os gritos do técnico Nikolai Karpol, são os principais rivais do Brasil na Copa dos Campeões de vôlei feminino. Contra as japonesas, que estão em casa e têm o apoio da torcida, o jogo será às 8 horas (horário de Brasília) desta terça-feira. As russas, medalha de bronze no último Mundial e de prata na Olimpíada de Sydney, em 2000, são as rivais de quarta-feira, às 5 horas. Na fase de classificação do torneio, o Brasil ainda enfrentará a Coréia, na sexta-feira, os Estados Unidos, no sábado, e a China, no domingo. Se contra o Japão as brasileiras levam vantagem nos confrontos - só neste ano, conseguiram três vitórias em quatro jogos, todos no Grand Prix -, diante das russas a seleção tem uma história de derrotas nos últimos quatro anos. Só no GP deste ano, é que o Brasil, já sob o comando do técnico Marco Aurélio Motta, derrotou a Rússia que, no entanto, estava com um time renovado, sem suas principais jogadoras. Apesar do retrospecto negativo contra a Rússia, o técnico Marco Aurélio acha um jogo "mentalmente mais fácil" para o Brasil do que o do Japão, em que, segundo ele, a seleção precisará de paciência. Contra as russas, o segredo é "parar no bloqueio" as atacantes de ponta adversárias. "É preciso sacar bem contra o Japão e bloquear bem com a Rússia", afirmou o treinador brasileiro. Marco Aurélio disse estar confiante em uma boa apresentação do Brasil no torneio e confia na atual fase da levantadora Gisele, que está começando sua primeira competição internacional como titular, no lugar da contundida Fofão. "Fez excelentes apresentações nos amistosos contra Cuba e tem treinado bem", elogiou o treinador.

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