Jogadoras do Unilever dormem no Maracanãzinho devido à chuva no Rio

Atletas e comissão técnica improvisam colchões e alimentação por não conseguirem sair do ginásio

estadão.com.br

06 de abril de 2010 | 11h13

A forte chuva que cai no Rio desde a segunda-feira trouxe mais problemas para o Unilever do que o adiamento da partida semifinal pela Superliga de vôlei. As jogadoras e a comissão técnica não conseguiram sair do Ginásio do Maracanãzinho e tiveram de dormir por lá, improvisando colchões e comida.

"Quando acordamos, por volta das 6 horas, fizemos um comboio para irmos embora, mas os bombeiros nos fizeram desistir. A nossa situação é precária. Esta noite nós dormimos pouco e comemos mal", diz o assistente-técnico da equipe, Helio Griner, em entrevista ao SporTV.

As condições no ginásio são piores do que se esperava, segundo Griner. A quadra está alagada e o nível atinge o primeiro degrau das arquibancadas (quase 1 m de altura). Para dormir, as jogadoras usaram espumas de materiais dos patrocinadores. Algumas tentaram sair durante a madrugada, como a ponteira Carol Gattaz, mas teve muitas dificuldades para chegar em casa.

A partida semifinal entre Unilever e Blausiegel/São Caetano ainda não tem prazo para acontecer e dificilmente será realizada no Maracanãzinho, pelas condições ruins.

Encontrou algum erro? Entre em contato

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.