Jogadores enaltecem fortalecimento da Superliga de vôlei

Principal competição do esporte no País conta com a presença de mais estrelas na edição 2008/2009

Rafael Vergueiro, estadao.com.br

26 de outubro de 2008 | 12h00

É consenso entre os jogadores brasileiros que disputarão a edição 2008/2009 da Superliga de vôlei que a competição estará mais forte neste ano. A presença de jogadores que integraram a seleção brasileira nos Jogos Olímpicos de Pequim (nove no feminino e sete no masculino) deu uma nova cara à competição, que promete equilíbrio e disputa em alto nível pelas quadras brasileiras. A levantadora Fofão, repatriada da Europa pelo São Caetano/Blausiegel (SP), acredita em uma intensa briga pelo título na Superliga feminina. "O Finasa/Osasco (SP) e o Rexona/Ades (RJ) já estão acostumados a disputar o título e nós vamos correr por fora", declarou. No time do ABC paulista, ela terá a companhia das também medalhistas de ouro Mari e Sheilla.Já a meio-de-rede Fabiana, integrante do atual tricampeão Rexona, acredita que seu time vai enfrentar mais dificuldades nesta temporada. "Este ano o campeonato vai ser mais forte, mais disputado, algumas equipes investiram mais. Eu acredito que vai ser diferente", assinalou. Para ela, mais equipes neste ano terão condições de chegar até a final - nas últimas quatro edições, a decisão foi entre Finasa e Rexona.SEM FAVORITOSNa Superliga masculina, a expectativa também é de uma acirrada briga pela taça. O Vivo/Minas (MG), maior campeão de todos os tempos com quatro conquistas, investiu pesado e trouxe da Itália o meio-de-rede André Heller e o oposto André Nascimento, duas peças essenciais na seleção de Bernardinho.Para Nascimento, esta temporada do torneio começa sem favoritos. "É difícil apontar o principal candidato ao título, acho que não dá. As equipes mais fortes nos anos anteriores se reforçaram ainda mais", destacou.Alguns jogadores acreditam até que mais da metade das 12 equipes têm condições de garantir uma vaga entre os quatro melhores, caso do levantador Marlon, companheiro do líbero Serginho no Santander (SP), de São Bernardo do Campo."Teremos uma briga de seis ou sete equipes para chegar à semifinal. Isso vai ser bacana, porque veremos jogos com um nível excelente", comentou.

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