Marcio Fernandes/AE
Marcio Fernandes/AE

Liga Mundial: Bernardinho aponta erros do Brasil após estreia

Apesar da vitória por 3 a 1 sobre a Polônia no Ibirapuera, treinador criticar falhas da equipes em bolas fáceis

Rafael Vergueiro, estadao.com.br

13 de junho de 2009 | 14h15

Apesar da vitória do Brasil por 3 sets a 1 sobre a Polônia na estreia da Liga Mundial 2009, o técnico Bernardinho afirmou que alguns erros ficaram claros durante a partida. O jogo no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo, marcou o início de um novo ciclo para a equipe – apenas três atletas que estiveram na última Olimpíada integraram o grupo (Bruno Rezende, Murilo e Serginho).

 

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"Dou nota entre 6 e 6,5 para o time hoje (sábado). Existem coisas que efetivamente precisamos melhorar. Rifamos algumas bolas e perdemos alguns pontos fáceis, mas o importante é poder avaliar o desempenho e corrigir os erros para a sequência do campeonato", declarou.

 

O treinador reconheceu que a ansiedade atrapalhou tanto os novatos quanto os veteranos da seleção no início do confronto. "O Murilo não começou bem no ataque e ficou ansioso, mas melhorou bastante e fez uma bela partida (foi o maior pontuador, com 16 pontos). Algunas novos também sentiram um pouco, mas isso acontece porque no Brasil você tem responsabilidade, apesar de ser um time renovado não somos franco-atiradores", destacou.

 

ALTERNATIVA

Para Bernardinho, uma das principais missões do Brasil neste momento é criar opções para todas as posições. Segundo ele, este foi um dos principais trunfos do grupo anterior, que conquistou, entre outros títulos, seis Liga Mundiais, dois Campeonatos Mundiais e uma Olimpíada em Atenas (2004).

 

"Seria muito bom poder contsruir o novo ciclo com opções, como nas gerações anteriores. A situação agora é mais ou menos semelhante do que aconteceu no começo do ciclo passado", assinalou.

 

Para ele, apesar de hoje a seleção brasileira ter mais jogadores altos do que antes, é necessário manter o jogo baseado na velocidade, característica que tornou a equipe vitoriosa nos últimos anos.

 

"Não podemos jogar igual às seleções do leste-europeu, nunca teremos nem as características nem a estatura deles. É importante manter o nosso padrão de voleibol".

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