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Na semifinal começa 'um novo campeonato', avisa Sheilla

Antes de partica contra as americanas, jogadora da seleção brasileira de vôlei descarta favoritismo da equipe, que está invicta

Estadão Conteúdo

10 de outubro de 2014 | 18h10

O Brasil encerrou a terceira fase de grupos do Mundial Feminino de Vôlei, nesta sexta-feira, com uma campanha total de dez jogos e dez vitórias. Mas nada disso vale daqui em diante. Afinal, neste sábado começa o mata-mata e a equipe tem a obrigação de vencer os Estados Unidos, na semifinal, se quiser continuar sonhando com um título inédito.

"Treinamos muito para chegar nesse momento. O time todo está bem tanto no físico quanto na técnica. Chegamos invictas na semifinal, mas agora começa um novo campeonato. Não podemos mais perder e temos que continuar fazendo o nosso jogo. Conhecemos os Estados Unidos e elas conhecem nosso time. Será uma grande partida", afirmou Sheilla.

A oposto, que vinha apagada neste Mundial, foi o destaque do Brasil na vitória sobre a República Dominicana, nesta sexta-feira, em Milão. O time da América Central ofereceu alguma dificuldade, principalmente no segundo set, mas ficou longe de ameaçar o poderio brasileiro.

"Começamos bem a partida. Sabíamos que seria um jogo difícil. A República Dominicana está jogando sem responsabilidade e fez grandes apresentações nesse Mundial. Conseguimos anular as principais jogadoras delas como a Bethânia De La Cruz e a Rivera e isso foi determinante para a vitória. Agora, já temos que pensar na partida semifinal contra os Estados Unidos", disse a levantadora Dani Lins.

A partida contra as norte-americanas está programada para às 12h30 de Brasília neste sábado, em Milão. A outra semifinal reúne a Itália, dona da casa, e a China. A decisão é no domingo e o Brasil, vice nos últimos dois Mundiais, não tem mais porque temer a atual bicampeã Rússia, eliminada no grupo de Itália e EUA.

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