Alexandre Arruda/Divulgação - CBV
Alexandre Arruda/Divulgação - CBV

Osasco derrota a frágil equipe de Brasília e já está na semifinal

Equipe leva bronca de Luizomar de Moura após sofrer derrota inesperada na primeira parcial

O Estado de S. Paulo

27 de março de 2014 | 20h58

SÃO PAULO - O Molico/Osasco derrotou o Brasília Vôlei por 3 a 1 nesta quinta-feira, com parciais de 19/21, 21/14, 21/8 e 21/10, no Ginásio Sesi Taguatinga, no Distrito Federal. A equipe paulista, considerada a principal favorita à conquista de mais um título da Superliga, fechou o mata-mata de quartas de final em 2 a 0 e já está entre as quatro melhores do País. Osasco já enfileira uma sequência de 28 vitórias seguidas, recorde na Superliga.

O time comandado pelo técnico Luizomar de Moura aguarda agora definição da série disputada por Sesi, de São Paulo, e Praia Clube, de Uberlândia. A equipe paulistana, dirigida pelo treinador Talmo, venceu a primeira partida da série, no domingo. O segundo jogo será amanhã, no Triângulo Mineiro.

Dado o desnível entre Osasco e Brasília, a derrota no primeiro set acarretou uma forte bronca de Luizomar. Incomodadas, as jogadoras de Osasco, que tem metade da seleção brasileira, resolveram jogar e, como se esperava, conseguiram então liquidar o adversário facilmente.

"Foi um jogo difícil. No primeiro set não conseguimos impor nosso ritmo. Isso, de agora em diante, não pode acontecer, porque só teremos pauleira pela frente", disse a central Adenízia, autora de 13 pontos, que recebeu o troféu Viva Vôlei, conferido à melhor jogadora.

A maior pontuadora, no entanto, foi outra central da seleção brasileira, Thaísa, que marcou 14 pontos.

Brasília é uma equipe que se formou tarde. Quando foi ao mercado, as melhores atletas já estavam contratadas. Sobraram algumas veteranas, como Elisângela e Erika, além de Paula Pequeno, que está longe de sua melhor forma técnica. Ontem, a bicampeã olímpica, que torceu o tornozelo direito no último jogo da fase classificatória, não pôde ajudar a sua equipe. Trabalhando com um elenco reduzido, reunindo apenas dez jogadoras, durante boa parte do campeonato, o técnico Sérgio Negrão tinha dificuldades até mesmo para dar treinos coletivos.

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