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Osasco e Macaé iniciam briga pela final da Superliga

Finasa/Osasco e Oi/Macaé prometem uma disputa equilibrada pela vaga na final da Superliga Feminina de Vôlei. O time paulista, que busca o inédito tetracampeonato da competição, abre em casa a série semifinal melhor-de-cinco, às 18 horas desta quinta-feira, com transmissão do SporTV.Na primeira fase de classificação, o Finasa ficou em segundo, atrás do Rexona. E o Oi teve o terceiro melhor aproveitamento. Cada equipe tem uma vitória nos confrontos realizados na primeira etapa da Superliga."Vou preparado para uma série de cinco jogos, com cinco sets em cada um deles", diz o técnico Paulo Coco, da equipe de Osasco.Do lado de Macaé, Luizomar Moura avalia: "Saímos bastante fortalecidos das quartas-de-final, assim como o Finasa/Osasco. Gostei da forma como o grupo se doou. Desde o início, nossa meta era ficar entre os primeiros. Esta é a nossa busca. Não vamos perder de véspera. Mas teremos de jogar mais do que a gente vem jogando."Jogadora mais experiente do Finasa, a líbero Arlene diz que o grupo deve se preocupar mais com si mesmo antes de pensar nas adversárias. "Agora é tudo ou nada e não podemos vacilar. Temos de passar bem, sacar bem e defender bem, porque do outro lado há uma equipe experiente, com jogadoras que estão em uma boa fase, como Érika e Elisângela", afirma. Briga no masculinoO tricampeão Telemig Celular/Minas, melhor equipe da fase classificatória da Superliga masculina, recebe a Unisul/Nexxera, às 20h, também na primeira partida da melhor-de-cinco.O argentino Jon Uriarte, que comanda o Minas, faz elogios ao treinador rival, José Roberto Guimarães. "Ele sabe extrair ao máximo as coisas boas da sua equipe", afirmou. Uriarte ainda não sabe se poderá contar com o atacante Samuel, um dos destaques do time.Mesmo com a dúvida de Samuel, Zé Roberto sabe do potencial do Telemig. "A expectativa é que o play-off seja definido em cinco jogos. O Minas tem a vantagem de jogar três partidas em casa, junto à torcida mineira, que sempre apóia muito", afirma.Para Zé Roberto, o ponto forte do adversário dentro da quadra é a regularidade. "Nós precisamos fazer com que isso também funcione na nossa equipe", conclui.

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