Divulgação/CBV - 3/4/2010
Divulgação/CBV - 3/4/2010

Osasco supera Unilever no tie-break e vence a Superliga

Time paulista vence pela primeira vez, após cinco derrotas seguidas em finais contra a equipe do Rio

AE, Agencia Estado

18 de abril de 2010 | 13h04

O Sollys/Osasco enfim conseguiu neste domingo se vingar das últimas derrotas para a Unilever nas finais da Superliga feminina de vôlei. Com as duas equipes fazendo a decisão da competição pelo sexto ano seguido, o time paulista buscava impedir o pentacampeonato da equipe carioca. Não foi fácil, mas o Osasco levou a decisão para o tie-break e venceu por 3 sets a 2 (25/23, 18/25, 19/25, 25/13 e 15/12).

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A vitória conquistada no Ginásio do Ibirapuera valeu o quarto título da Superliga ao Osasco. O time também foi campeão em 2003, 2004 e 2005, sendo esta última justamente sobre a Unilever. A conquista interrompe a hegemonia da equipe comandada pelo técnico Bernardinho. Além dos quatro títulos nos últimos anos, o time do Rio de Janeiro também venceu em 2000 e 1998.

Contando com grande apoio da torcida no Ibirapuera lotado, o Osasco começou melhor a decisão. A equipe do treinador Luizomar de Moura abriu boa vantagem e controlou bem até o fim do set, quando a Unilever reagiu e empatou a parcial em 23 pontos. Mas então brilhou pela primeira vez a estrela da oposta Natália, que pontuou por duas vezes e deu a vitória para as anfitriãs.

A reação da Unilever no primeiro set serviria para embalar a equipe na segunda parcial. O time carioca chegou a abrir 20/12 e empatou o jogo. O Osasco ainda voltou melhor para o terceiro set, mas não conseguiu impedir a vitória da Unilever, que parecia ficar bem perto do pentacampeonato. No entanto, os ataques de Natália voltaram a fazer a diferença.

A oposta, que terminou a partida com 28 pontos, liderou o Osasco nos dois sets finais. No tie-break, a equipe paulista ainda precisou superar um péssimo início, quando a Unilever abriu 4/0. Mas nem os gritos de Bernardinho foram suficientes para evitar a virada do Osasco, que fez 5/4 e seguiu bem na parcial decisiva, fechando o jogo em um erro de ataque de Regiane.

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