Reprodução/Fivb Twitter
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Polônia vence os EUA e voltará a encarar o Brasil na final do Mundial de Vôlei

Equipe europeia garantiu triunfo apenas no tie-break, por 3 sets a 2, com parciais de 25/22, 20/25, 23/25, 25/20 e 15/11

Estadão Conteúdo

29 Setembro 2018 | 19h46

Em uma partida marcada por viradas e definida apenas no tie-break, a Polônia venceu os Estados Unidos por 3 sets a 2, com parciais de 25/22, 20/25, 23/25, 25/20 e 15/11, neste sábado, em Turim, na Itália, e vai encarar o Brasil na final do Mundial Masculino de Vôlei.

O duelo marcará a reedição da final de 2014, em que a Polônia derrotou a seleção brasileira por 3 sets a 1, atuando em casa, e se sagrou campeã, encerrando um jejum de 40 anos sem títulos na competição. As duas seleções duelaram em outra decisão do Mundial, em 2006, no Japão, onde os brasileiros venceram por 3 a 0 para ficar com o título.

A Polônia chega à decisão com três derrotas em 11 jogos no Mundial. Invicta na primeira fase, foi derrotada pela Argentina no tie-break e pela França por 3 sets a 1 no segundo estágio do torneio. Na última partida da terceira etapa, após vencer o set que garantiu a vaga na semifinal, colocou apenas reservas em quadra e permitiu a virada da Itália.

SELEÇÃO CONFIANTE

Antes mesmo de conhecer o seu próximo adversário, o time brasileiro, que é finalista do Mundial pela quinta vez consecutiva, já estava confiante na conquista do título do torneio na final marcada para este domingo, às 16h15 (de Brasília).

Horas mais cedo, o Brasil se garantiu na decisão ao superar a Sérvia por 3 sets a 0. Para o ponteiro Douglas Souza, que disputa pela primeira vez uma decisão de Mundial e foi destaque do triunfo sobre os sérvios, a seleção não tinha preferência por rival na final.

"Se a gente quer ser campeão do mundo, temos que ganhar de quem vier, temos que simplesmente ganhar de quem vier, e foi o que fizemos a competição inteira. Sem escolher adversário em momento, algum, sem aliviar para ninguém. Jogamos sério todo momento e é isso que vamos fazer amanhã (domingo)", prometeu.

O técnico da seleção, Renan Dal Zotto, também mostrou confiança no título neste que é o seu primeiro Mundial como comandante do time nacional. Ele deixou isso claro ao falar da força do bom conjunto formado por titulares e reservas.

"Uma partida maravilhosa que os garotos fizeram, mais uma vez conseguimos vencer uma partida com maturidade. Quem estava ali dentro da quadra. E como time. Mais uma vez quem vem de fora, nos momentos mais difíceis, mais delicados, entra e consegue reverter uma situação difícil ou manter um ritmo que já vinha sendo bom. Mesmo quem não entrou hoje (sábado), jogou junto o tempo todo. E isso transmite uma energia muito legal. O time tem essa energia, mais do que nunca. Mesmo nas dificuldades a gente sabe o que tem que fazer", destacou o treinador.

Nas quatro finais consecutivas de Mundial que já disputou, o Brasil foi campeão três vezes: em 2002, 2006 e 2010, antes de cair em 2014 contra a Polônia. Derrotados pelos poloneses nas semifinais, os Estados Unidos enfrentarão a Sérvia neste domingo, às 12 horas (de Brasília), também em Turim, no jogo que valerá a medalha de bronze do Mundial.

 

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