Divulgação/CBV
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Renovada geração do vôlei brasileiro tem novo teste

Seleção comandada por Bernardinho encara a Finlândia na sexta-feira e no sábado, às 10 horas

EFE,

18 de junho de 2009 | 13h21

A renovada seleção brasileira de vôlei masculino enfrenta a Finlândia nesta sexta-feira e sábado (às 10 horas) no ginásio Nilson Nelson, em Brasília, e espera continuar a boa campanha no Grupo D da Liga Mundial.

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A equipe comandada pelo técnico Bernardinho chega com mais força após duas vitórias diante da forte equipe polonesa no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A Venezuela completa a chave.

Bernardinho contará com todo o elenco, incluindo os campeões olímpicos Giba e Rodrigão, que acabam de se incorporar ao grupo no qual já estava trabalhando o líbero Serginho, outro medalhista de ouro nos Jogos de Atenas (2004).

Giba, ídolo do vôlei brasileiro, disse estar se sentindo "mais jovem e baixinho" ao lado dos novos companheiros, que passam dos dois metros de altura.

No entanto, o mais provável é que nenhum dos dois entre como titular, já que Bernardinho quer dar continuidade a jovens como o levantador Bruno Rezende, o ponta Thiago Alves, o oposto Rivaldo e o meio-de-rede Lucas, considerados o futuro do vôlei brasileiro. Tanto Giba como Rodrigão somente entrarão em quadra caso a situação complique, como prevê o treinador.

Já os finlandeses estrearam com derrota para a Venezuela em Caracas, mas devolveram o resultado na segunda partida na capital venezuelana. Por isso, o Brasil lidera isoladamente a chave neste momento.

FORÇA

Para, Bernardinho, a Finlândia é "uma nova força do vôlei". Ele lembrou que a equipe chegou às finais do último Campeonato Europeu, há dois anos, ficando em quarto lugar, atrás de Espanha, Rússia e Sérvia.

"Foi um grande resultado. O treinador italiano Mauro Berruto faz um grande trabalho à frente da equipe. Os jogadores, que têm experiência e jogam na Itália, estão crescendo. Acho que eles pensam que esta Liga Mundial é uma grande oportunidade de conseguir bons resultados internacionais", analisou.

A Finlândia aposta novamente na atuação dos irmãos Mikko e Matti Oivanen, destaques nas partidas diante da Venezuela.

Até agora, seu melhor resultado na Liga Mundial foi o sétimo lugar em 2007, o que contrasta com os sete títulos obtidos pelo Brasil, a maioria deles nos últimos anos

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