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Rexona bate o Osasco no tie-break na decisão da Superliga

Após sair na frente, time do Rio segura a reação do Finasa e leva o seu quarto título seguido em cima do rival

Rafael Vergueiro, estadao.com.br

18 de abril de 2009 | 12h08

O Rexona/Ades (RJ) manteve neste sábado sua hegemonia na Superliga feminina de vôlei e conquistou o título pela quarta vez consecutiva, o sexto na história. Em confronto muito equilibrado contra o Finasa/Osasco (SP) no ginásio do Maracanãzinho, a equipe venceu por 3 sets a 2, com parciais de 25/22, 21/25, 18/25, 27/25 e 15/12.

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A derrota significou a quarta vez seguida que o time de Osasco foi superado pelo rival na decisão do torneio. Nesta edição da Superliga, o Rexona também havia vencido o principal confronto do voleibol brasileiro em três decisões de turno na fase classificatória.

Na partida deste sábado, que contou com seis campeãs olímpicas em quadra, brilhou a estrela da jovem Monique, que fez pontos decisivos no quinto set do confronto.

EQUILÍBRIO

Com o apoio da torcida, que lotou o ginásio, a equipe carioca foi melhor na primeira parcial, com bela atuação de Érika.

Mas, a partir do segundo set, o Finasa melhorou, comandado pela jovem Natália, de apenas 20 anos, que durante toda a Superliga mostrou muita personalidade para atuar ao lado de quatro medalhistas de ouro em Pequim (Carol Albuquerque, Sassá, Paula Pequeno e Thaísa).

Com lances variados, ela colocava a bola no chão entre suas tradicionais pancadas e algumas largadinhas. Pelo meio-de-rede, a ‘gigante’ Thaísa (1,96 m de altura) também não dava chances às rivais. No saque, destaque para a levantadora Carol Albuquerque, que praticamente decidiu o terceiro set.

RAÇA

A partir do quarto set, mesmo sem estar em um grande dia, o Rexona passou a atuar com a tradicional raça exigida pelo técnico Bernardinho para virar o marcador. As campeãs olímpicas Fabiana e Fabi, que não estavam bem, se superaram e deram garra às companheiras.  Com isso, Carol Gattaz e Joycinha também passaram a se destacar.

Mas quem brilhou mesmo foi Monique, que mostrou personalidade para decidir o jogo no set final. No último ponto do confronto, ela passou pelo bloqueio de forma brilhante e fez muita festa com a conquista da taça.

"Foi uma vitória da fé, em que acreditamos até o último momento”, disse Bernardinho após o jogo em entrevista ao SporTV.

CAMPANHA PERFEITA

A campanha do Rexona na Superliga feminina pode ser considerada perfeita. O time venceu os quatro turnos da fase classificatória e não deu para nenhum rival a chance de levantar sequer um troféu no torneio.

No total, foram 29 resultados positivos e apenas três derrotas, duas para o Finasa em jogos não decisivos e uma para o Brasil Telecom (SC) nos playoffs. O time catarinense ficou em quarto lugar na Superliga, com o São Caetano/Blausiegel (SP) em terceiro.

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