Rexona e Finasa decidem o título da Superliga Feminina

Equipes se enfrentam às 9h45 deste sábado no Maracanãzinho; é a quarta decisão seguida entre os times

Agência Estado,

18 de abril de 2008 | 16h24

Principais forças do vôlei feminino brasileiro nos últimos anos, Rexona-Ades e Finasa/Osasco se enfrentam às 9h45 deste sábado, no Maracanãzinho, na decisão do título da Superliga Feminina. Sete títulos nacionais e várias jogadores da seleção brasileira estarão na quadra para a final em jogo único, novidade implantada nesta temporada pela Confederação Brasileira de Vôlei (CBV). É a quarta vez seguida que as duas equipes decidem a temporada - o Osasco venceu em 2005 e o Rexona levou a melhor nos últimos dois anos. Com melhor campanha, o Rexona terá a chance de jogar em casa em busca do quinto título de sua história. "Vai ser importante contarmos com o apoio da torcida", pediu a atacante Michelle. "Vai ser emocionante", prevê a líbero Fabi. "Será um grande clássico, e vencerá o time que tiver mais coração e força", aposta a meio-de-rede Fabiana, capitã do time carioca. "Os times se conhecem bastante", conclui. De fato, foram cinco confrontos nesta edição da Superliga, e o Rexona venceu quatro vezes - perdeu justamente a única partida realizada no Maracanãzinho, na final do terceiro torneio. "O Maracanãzinho nos traz boas recordações. Naquele jogo havia muitos torcedores nossos", recorda a atacante Natália.  Nas semifinais, o Rexona não teve muita dificuldade para superar o Pinheiros, em dois jogos, enquanto o Osasco suou para passar pelo Brasil Telecom - também em duas partidas, mas ambas decididas em cinco sets. No segundo jogo, o time catarinense chegou a abrir 2 a 0. "Não podemos mais ficar nessa desvantagem, porque essa situação é muito mais complicada diante do Rexona", admite a oposto Elisângela, capitã do Osasco. Para os técnicos, o fator emocional vai pesar muito numa decisão de um jogo só. Bernardinho, que comanda o Rexona e está acostumado a finais à frente da seleção brasileira masculina, conta com a força do conjunto. "O aspecto emocional será determinante, pois vamos decidir em um dia o trabalho de cinco meses, por isso não dependemos de uma jogadora estar realizando uma grande partida. Todas as peças precisam estar em harmonia", afirma o experiente treinador. Do lado paulista, Luizomar de Moura aposta na experiência de atletas como Elisângela e Paula Pequeno. "Elas darão suporte para minimizar a ansiedade natural do grupo. Nosso time é forte individualmente e amadureceu ainda mais nessa Superliga", diz.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.