Rexona e Osasco decidem o terceiro torneio da Superliga

'Será um grande espetáculo. Final é sempre complicado', diz o técnico do time carioca, Bernardinho

Agência Estado

23 de fevereiro de 2008 | 14h46

O carioca que quiser variar de programa na manhã de domingo terá no vôlei uma opção interessante à praia: Rexona-Ades e Finasa/Osasco se enfrentam a partir das 9h30, no Maracanãzinho, com entrada franca, pela decisão do terceiro torneio da Superliga Feminina. O jogo vale a liderança e também a supremacia da competição: as duas equipes somam 29 pontos, e cada uma venceu um dos torneios anteriores. "Será um grande espetáculo. Final é sempre complicado, e quem estiver melhor no dia vence. O importante é o nosso time não relaxar e se concentrar para um bom jogo", afirmou o técnico Bernardinho, que voltará pela primeira vez ao ginásio depois de comandar, em julho do ano passado, a seleção brasileira masculina na conquista do Pan. "A volta dos clubes ao Maracanãzinho é muito importante." Nos confrontos diretos, o Rexona está em vantagem - venceu os três jogos disputados até agora, inclusive na última terça-feira, em Osasco, vitória por 3 a 1 que assegurou a disputa dessa decisão no Rio. "Cada jogo contra Osasco é uma batalha. A vitória em São Paulo foi um resultado isolado. Precisamos evoluir e marcar o ataque deles, especialmente a Paula e a Elisângela", recomenda Bernardinho. As jogadores do Rexona aproveitam o ingresso gratuito para pedir que a torcida encha o Maracanãzinho. "Será importante para nós esse apoio. Esperamos muito por esse momento e prometo que será emocionante", afirmou a meio-de-rede Thaisa. Do lado do Finasa, que chegou ao Rio na noite de sexta-feira, também há muita empolgação pela disputa no Maracanãzinho. O técnico Luizomar de Moura lembra que, em 2001, conquistou a Superliga contra o Flamengo num clássico diante do Vasco, o último jogo entre clubes disputado no ginásio. "Fico muito feliz em voltar a um local em que saímos campeões", recorda o treinador. "Esperamos que o ginásio nos traga sorte novamente, é um motivo a mais para entrarmos com moral na decisão", completou o assistente Jefferson Arosti, que já acompanhava Luizomar à época. A oposto Elisângela diz que o time deve esquecer as derrotas nos últimos confrontos. "Sabemos que temos condições técnicas para encarar o Rexona de frente, e vamos ser muito mais regulares", promete a experiente jogadora. FESTADos dois lados há gente que espera conquistar dois títulos no mesmo dia no complexo do Maracanã. Torcedores do Flamengo, a líbero Fabi, do Rexona, e o técnico Luizomar de Moura, do Osasco, querem a vitória no jogo de vôlei e depois vão torcer pelo clube na decisão da Taça Guanabara, diante do Botafogo. "O mais importante é o título do terceiro torneio da Superliga. Se no futebol vier também, será uma felicidade imensa", diz Fabi, que pretende ir às arquibancadas do Maracanã para conferir o clube de coração. "Vou sofrer pela televisão", avisa Luizomar, que deve voltar a São Paulo logo após a partida.

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