Marcio Rodrigues/Divulgação
Marcio Rodrigues/Divulgação

Rexona e Osasco passeiam na estreia do Sul-Americano

Desnível técnico faz equipes brasileiras superarem com facilidade os adversários de Venezuela e Uruguai. Time vencedor vai ao Mundial

O Estado de S. Paulo

04 de fevereiro de 2015 | 23h45

Rexona-Ades e Molico/Osasco confirmaram sua superioridade técnica no Sul-americano de Clubes de vôlei, disputado em Osasco, e estrearam com vitórias tranquilas na competição. O time vencedor garante uma vaga para disputar o título mundial, em Zurique (Suíça), entre os dias 5 e 10 de maio.


O time carioca, líder invicto da Superliga, fechou a primeira rodada derrotando o Aragua, da Venezuela, por 25/17, 25/9 e 25/11. O técnico Bernardinho decidiu poupar algumas jogadoras e escalou a equipe com Bruna, Roberta, Regiane, Gabi, Mayhara, Carol e Fabi.

Uma das titulares em quadra, a central Carol se destacou e encerrou a partida como maior pontuadora, com 16 acertos. 

“Chegamos para jogar no escuro. Não sabíamos nada do time delas, tínhamos uma nova regra, onde não poderíamos tocar mais na rede e, com isso, o primeiro set acabou sendo mais duro. É claro que queremos buscar mais estabilidade e no segundo e terceiro sets já conseguimos. As meninas que estiveram em quadra contribuíram muito para nossa vitória e espero que todo mundo esteja mais solto a cada dia”, disse a jogadora.


O Molico/Osasco abriu a participação brasileira no torneio com uma vitória ainda mais contundente: 25/4, 25/9 e 25/8 diante do Atlético Bohemios, do Uruguai, conquistada em apenas 58 minutos. Assim como Bernardinho, o técnico Luizomar de Moura decidiu deixar algumas de suas titulares, como a levantadora Dani Lins e a central Thaísa, que voltam de lesão, fora da partida contra as uruguaias.

Mari, que marcou 10 pontos, começou a partida como titular. A atacante admitiu que é complicado se concentrar no jogo com tamanho desnível técnico. "É difícil manter a concentração sabendo que não precisaremos fazer muito esforço para ganhar. Nesta situação, o principal sinal de respeito que podemos dar é jogar com seriedade. E fizemos isso. Em jogos como esse precisamos dosar e tomar cuidado para não nos machucarmos. Temos de entrar sempre firmes e a principal motivação é manter o nível", disse a ponteira. 

As equipes voltam a jogar nesta quinta-feira - a fase de classificação termina na sexta. O Rexona enfrenta o San Francisco Xavier, da Bolívia, logo depois da partida entre o Molico/Osasco e o Boston College, do Chile, que começa às 19h30. A decisão será no domingo, no Ginásio José Liberatti.

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