São Caetano/Blausiegel promete recuperação em 2009

Equipe das campeãs olímpicas Fofão, Mari e Sheilla decepcionou em 2008 e agora busca recuperação

Agencia Estado

28 de dezembro de 2008 | 10h19

O São Caetano/Blausiegel (SP) foi uma das equipes que mais investiu no vôlei brasileiro em 2008. Repatriou três campeãs olímpicas, a levantadora Fofão e as atacantes Mari e Sheilla, e pintou como a principal ameaça ao domínio de Rexona/Ades (RJ) e Finasa/Osasco (SP), que fizeram as últimas decisões e monopolizaram as atenções nos anos recentes.Só que a receita não deu certo. O time começou a Superliga patinando e perdeu o técnico ainda no primeiro turno: Antonio Rizola pediu demissão, alegando problemas de saúde, e deixou o cargo para seu ex-auxiliar, Jailson de Andrade Silva, o Chicão."Essa transição de seleção para o clube leva um tempo que nós não tivemos. Em função da quantidade de jogos, tivemos que acelerar um processo para que a equipe ganhasse entrosamento, que foi chegando de forma lenta", afirmou o atual treinador, que culpa a pesada seqüência de jogos pela dificuldade em conseguir esse entrosamento. "Fizemos muitos jogos e, com isso, os treinos ficam, quase sempre, específicos no próximo adversário. Ficamos com pouco tempo para treinar esse entrosamento, fundamental em um time de vôlei."O otimismo de Chicão aumenta, no entanto, quando pensa em 2009, na seqüência da Superliga. A equipe volta a jogar apenas no dia 12 de janeiro, contra o Medley/Banespa (SP), em São Caetano do Sul. "Na volta aos treinos, teremos um tempo maior para a equipe se entrosar e, a partir daí, o São Caetano/Blausiegel só tende a crescer. Estamos todos acreditando muito nisso e vamos mostrar o potencial da nossa equipe", aposta Chicão.

Encontrou algum erro? Entre em contato

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.