VolleyballWorld
VolleyballWorld

Seleção brasileira celebra evolução e agora desafia Irã na Liga das Nações de Vôlei

Brasil derrotou a Sérvia com facilidade nesta quarta-feira e precisa somar novos triunfos em Sofia

Redação, Estadão Conteúdo

23 de junho de 2022 | 17h18

Um dia após cometer falhas de todas as maneiras em derrota para a Polônia, na abertura da segunda semana da Liga das Nações, a seleção brasileira de vôlei se redimiu em grande estilo contra a Sérvia, com vitória sólida por 3 a 0. Os comandados de Renan Dal Zotto celebraram a evolução do time e o treinador pediu respeito ao Irã, rival desta sexta-feira.

"Liga das Nações é uma competição muito dinâmica, e os times trocam muito as formações entre uma partida e outra. Portanto, temos que nos adaptar rápido e focar muito no nosso jogo. Hoje o nosso sistema defensivo funcionou bem no primeiro e no terceiro set. No segundo, pecamos um pouco pelo nervosismo, mas mantivemos o controle para vencer", afirmou o levantador e capitão Bruninho. "O resultado foi muito importante, assim como a evolução do time."

De volta à seleção contra os poloneses, recuperado de lesão, o ponteiro Lucarelli se sentiu melhor contra a Sérvia, na qual anotou 14 pontos e mostrou mais confiança em seu jogo.

"Foi uma vitória muito importante, mesmo com algumas oscilações, principalmente no segundo set. O resultado foi muito bom, nos dá ainda mais confiança", disse Lucarelli. "Foi importante para ganhar mais ritmo, assim como para o Leal 0também de volta à seleção). Estamos nesta construção. Fico muito feliz com esta vitória."

"Entramos com uma energia boa, vibrando. Não era um jogo fácil e precisávamos da vitória. Entramos em quadra com a cabeça boa, evoluímos no saque, nossa tática de bloqueio funcionou muito bem, rodamos a bola com mais fluidez. Ainda não é o melhor que podemos fazer, mas estamos no caminho certo para alcançar isso", avaliou o oposto Alan.

O técnico Renan Dal Zotto não poupou elogios à equipe. "O time apresentou uma evolução, e sabíamos que precisávamos fazer bem o nosso jogo. Boas coisas surgiram, mas ainda temos um caminho longo", enfatizou. "Este foi nosso primeiro jogo com o time estruturado do início ao fim, com todos os que estavam do lado de fora entrando e dando a sua contribuição", seguiu. "Temos que ter paciência, mas com a consciência que todo jogo é uma final. Contra o Irã (às 10h30 desta sexta-feira) não será diferente, é uma seleção que joga em alto nível e sempre faz partidas complicadas contra o Brasil."

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.