Seleção de vôlei tenta evitar vexame

Em meio a uma das maiores crises de sua história, a seleção brasileira feminina de vôlei estréia no Grand Prix na madrugada desta sexta-feira (4 horas, no horário de Brasília), contra a Alemanha, em Tóquio. Sem cinco de suas titulares - Virna, Érika, Raquel, Fofão e Walewska - que deixaram o time por incompatibilidade com o técnico Marco Aurélio Motta, a Seleção tenta apenas não dar vexame. O time que vai disputar o GP não teve tempo para treinar e além das "rebeladas", a seleção não contará com as principais atacantes da nova versão: Jaqueline, a melhor jogadora do último Mundial juvenil - no qual o Brasil foi campeão -, e Kátia, a mais eficiente da última Superliga. Jaqueline tem grave problema de circulação na mão e submete-se a tratamento, e Kátia machucou o joelho, em amistoso.Assim, a renovada seleção terá Marcelle, Fabiana (levantadoras), Sheilla, Ciça (opostas), Luciana, Sassá, Paula (pontas), Arlene, Valesquinha, Marina, Karin (centrais) e Fabi (líbero). O Brasil, recordista em títulos no Grand Prix (venceu em 1994, 1996 e 1998), enfrenta, pela ordem, a Alemanha (sexta-feira), Tailândia (sábado) e Japão (domingo). China, Rússia, Cuba e Estados Unidos (atual campeão) estão no outro grupo. O torneio distribuirá US$ 1,04 milhão, sendo US$ 200 mil só para o campeão.

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