Seleção faz Ezinho estudar mudança

O atacante Ezinho faz qualquer negócio para manter-se na seleção brasileira do técnico Bernardinho. Convocado pela primeira vez, ele diz que até já pensou em trocar de função e virar líbero para poder disputar a Liga Mundial, a partir de maio. "Tem muito ponteiro bom e a gente não pode ficar restrito. Ser líbero é mais uma opção", explica Ezinho, dono da melhor recepção da Superliga Masculina de vôlei.Entre os atacantes de ponta e opostos inscritos para a Liga Mundial - Giovane (1m94), Giba (1m92), Nalbert (1m96), Dante (2m01), Xanxa (1m94), Marcelo Negrão (1m98), Roim (2m10) e André (2m01) - , Ezinho é o mais baixo, tem 1m90. O jogador do Telemig/Minas conta que por causa disso, pensou que poderia ser chamado para a seleção para ser passador. "É o meu ponto forte."Ezinho explica que, no momento, "esqueceu" um pouco a seleção brasileira para poder dedicar-se ao Minas. Ele observa que, se o time conseguir ser campeão da Superliga, os seis atletas da equipe chegarão à seleção com mais confiança. "Agora só quero pensar no Palmeiras", disse o atacante, referindo-se ao adversário desta quarta-feira, às 20 horas, pelas quartas-de-final do torneio. O Minas lidera a série melhor-de-três por 1 a 0.Vasco e Unisul também estão a uma vitória das semifinais. O campeão carioca enfrenta o Banespa, às 20h30, em Três Corações, e a Unisul pega o Santo André, às 19h30, no ABC paulista.A Ulbra, que joga quinta-feira com o Suzano, não poderá contar com Gílson, campeão japonês pelo Suntory, nesta fase. O atacante adiou sua volta ao Brasil para negociar contrato com o Hyundai, time da Coréia do Sul. De acordo com o empresário Rogério Teruo, Gílson pode voltar no fim de semana.Feminino - Rexona e Vasco iniciam nesta quarta-feira, às 20 horas, em Curitiba, o playoff melhor-de-cinco partidas pela semifinal da Superliga.

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