Alexandre Arruda/Divulgação<br>
Alexandre Arruda/Divulgação

Seleção feminina mostra confiança para Mundial de Vôlei

Meninas voltam aos treinos em Saquarema após a conquista do Grand Prix de olho na competição que começa no dia 23, na Itália

Ronald Lincoln Jr., O Estado de S. Paulo

10 de setembro de 2014 | 14h01

A seleção brasileira feminina de vôlei está em fase final de preparação para buscar o inédito título do Mundial, competição que começa no dia 23 de setembro, na Itália. Atual bicampeão olímpico, o time do Brasil conquistou em agosto o Grand Prix, no Japão, e retomou os treinos na semana passada no CT em Saquarema (RJ). O embarque para a Europa será no domingo.

"É cansativo, com certeza. Mas, se todo mundo tiver na sua cabeça o objetivo que é conquistar esse Mundial, tudo se torna mais fácil", disse a ponteira Jaqueline, uma das estrelas da seleção. Ela ficou parada por cerca de um ano, por causa do nascimento do primeiro filho, voltou para disputar o Grand Prix e sonha agora com título que falta para o vôlei feminino do Brasil.

"Depois de ter correspondido a todas as expectativas que todo mundo tinha quanto ao meu retorno, estou muito feliz. E agora, neste Mundial, acho que vou poder ajudar muito mais. É um campeonato com mais importância que o Grand Prix. É um objetivo que a gente tem há muitos anos", explicou Jaqueline, que esteve no grupo durante a conquista dos dois títulos olímpicos.

O técnico José Roberto Guimarães ainda deve cortar uma das 15 jogadoras que participam da preparação. Revelação do vôlei brasileiro, a ponteira Gabi, de apenas 20 anos, deve estar no grupo para disputar seu primeiro Campeonato Mundial. "Por ser uma das mais novas, as meninas têm me ajudado muito. Pude estar nesta edição do Grand Prix e, conforme passam os dias e os treinamentos, acho que a ansiedade vai passando", comentou a garota.

epois de ver sua seleção ser derrotada na final das duas últimas edições do Mundial, em 2006 e 2010 - ambas para a Rússia -, Zé Roberto acredita que está na hora de finalmente conquistar esse título. "Se chegarmos à final novamente, devemos levantar as mãos para o céu. Vencer é um sonho. Mas o título que nos falta é sempre o mais difícil", afirmou o treinador.

Tudo o que sabemos sobre:
vôleiZé Robertoseleção brasileira

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.