Marco Antonio Teixeira/MPIX/CBV
Marco Antonio Teixeira/MPIX/CBV

Seleção masculina de vôlei revela ansiedade por partidas na Arena da Baixada

Wallace, um dos mais experientes do elenco do Brasil, vê equipe 'merecendo título' da Liga Mundial

Estadão Conteúdo

28 de junho de 2017 | 23h14

A ansiedade tomou conta da seleção brasileira masculina de vôlei. Há menos de uma semana para o início da fase final da Liga Mundial, os jogadores revelam a expectativa por poderem lutar por mais um título da competição - o País é o maior vencedor, com nove conquistas. E com um ingrediente a mais: os jogos serão em um quadra montada na Arena da Baixada, estádio do Atlético Paranaense, em Curitiba.

A partir da próxima terça-feira, começa a disputa e Brasil, Canadá, Rússia, França, Sérvia e Estados Unidos estarão na busca pelo título. Antes de chegar à capital paranaense, a seleção brasileira aproveita a semana de treinamentos no Centro de Desenvolvimento de Voleibol, em Saquarema (RJ), para finalizar toda a preparação para a fase decisiva. Na etapa de classificação, o time do técnico Renan Dal Zotto somou seis vitórias - sobre Irã, Itália, Canadá, Polônia, Bulgária e Sérvia - e três resultados negativos - para Polônia, Bulgária e Argentina.

Os jogadores já imaginam o que os esperam nas partidas em Curitiba. O oposto Wallace já viveu uma experiência parecida, quando a Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) realizou o Desafio de Ouro, em comemoração ao ouro olímpico no Rio-2016, mas destaca que, desta vez, é diferente.

"Fizemos um jogo comemorativo lá logo depois dos Jogos Olímpicos do Rio e imaginamos que vai ser bem bacana. Já jogamos na Itália a céu aberto também e a expectativa é que o time consiga se adaptar rápido para achar logo as referências em um lugar como esse. Tem tudo para ser muito legal", opinou o jogador.

O oposto do Brasil ainda falou sobre a rotina da seleção brasileira. "Estamos trabalhando bastante e bem para colher lá na frente. Acredito que ninguém esteja treinando mais do que o Brasil e merecemos esse título da Liga Mundial neste ano pós-olímpico. Eu, particularmente, não tenho ainda e vou fazer de tudo mais uma vez para conseguir", afirmou Wallace.

Já pensando na semana que vem, Renan Dal Zotto ressaltou os pontos positivos que a seleção brasileira apresentou na fase classificatória da Liga Mundial - entre eles o passe, onde o ponteiro Maurício Borges liderou as estatísticas, e o levantamento, que foi de total domínio de Bruninho, também líder nos números.

"O passe é fundamental para toda a construção da parte ofensiva e o Maurício Borges é um especialista nisso. Vem treinando bastante e o mais importante é que ele está consciente de que, dominar o fundo de quadra junto com o líbero, compondo com o Lucarelli, é a maior responsabilidade dele. É uma missão dura, passar o tempo todo não é fácil, mas é a característica dele, apesar de vir sacando muito bem e tocando muito no bloqueio. Vem sendo uma peça importante", disse.

O Brasil estreia na fase final na próxima terça-feira, às 15h05, contra a seleção do Canadá. O segundo jogo será na quinta, no mesmo horário, contra a Rússia. As semifinais serão na sexta e a grande decisão no sábado, às 23h05.

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