Serginho acredita em evolução do Santander na Superliga

Líbero da seleção brasileira afirma que o time paulista pode fazer uma campanha melhor a partir de janeiro

Redação,

27 de dezembro de 2008 | 16h30

As equipes paulistas decepcionaram no primeiro e no segundo turno da Superliga masculina de vôlei. Não chegaram nem perto de nenhuma final e puderam apenas observar o domínio de mineiros e catarinenses, que juntos têm os quatro primeiros colocados na classificação geral do torneio. A equipe do Estado de São Paulo mais bem colocada é o Santander/São Bernardo, que ocupa a quinta colocação, com 18 pontos (sete vitórias e quatro derrotas). O líbero Serginho, principal estrela do time, acredita que é possível fazer uma campanha melhor no terceiro e no quarto turno para chegar com mais força nos playoffs decisivos. "Estamos com uma campanha não muito regular, mas vamos superar. Temos condições de fazer uma campanha melhor e já mostramos isso, mas temos que ter paciência. Temos consciência do que podemos render e procuro passar a tranqüilidade necessária para os mais novos para que o nosso time alcance o objetivo", declarou o atleta.Medalhista de ouro com a seleção brasileira na Olimpíada em Atenas (2004) e prata em Pequim (2008), Serginho diz jamais ter perdido a vontade de continuar lutando por títulos na carreira."Pode ter certeza que, agora, no Santander, quero continuar a conquistar títulos", afirmou o líbero. VOLTA AO BRASILApós passar quatro anos no Piacenza, da Itália, Serginho retornou ao voleibol nacional justamente para disputar a Superliga 2008/2009 pelo Santander. E afirma não ter se arrependido."Eu estava jogando no Piacenza, na Itália, onde me identifiquei muito, mas esse ano pude voltar ao time que realmente tem a minha cara. Nas temporadas passadas já havíamos tentado a minha transferência e, este ano, deu tudo certo. Estou muito feliz por ter retornado ao Brasil e ao Santander", assinalou o líbero de 33 anos."A minha prioridade era vir para a equipe que me projetou para a seleção brasileira e para o cenário mundial. Eu iria lutar de todas as formas para conseguir isso e o Santander também colaborou muito para que isso fosse possível. Nem eles, nem eu, medimos esforços", destacou.

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