Djalma Vassão/Gazeta Press
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Sesi-SP tenta quebrar hegemonia do Sada Cruzeiro na Superliga de vôlei

Equipe do levantador William Arjona espera sair em vantagem no primeiro jogo da decisão da competição

Paulo Favero, O Estado de S.Paulo

28 de abril de 2018 | 07h02

Pela oitava temporada seguida, o levantador William Arjona está na final da Superliga masculina de vôlei. Se antes ele fez fama no Sada Cruzeiro, conquistando cinco títulos em sete decisões, agora ele estará do outro lado para ajudar o Sesi-SP contra seu antigo clube. A primeira partida da decisão será disputada neste sábado, às 15h, no ginásio do Ibirapuera, em São Paulo.

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O jogador optou por mudar de ares, abrindo mão do time mais vencedor nos últimos anos no Brasil, justamente por ser um novo desafio. “Estou feliz. Quando saí do Cruzeiro, meu objetivo era tentar levar outra equipe à uma final de Superliga e conquistar títulos. Logo no primeiro ano, o caminho já foi exatamente esse. Eu queria sair da zona de conforto e buscar o mesmo sucesso em outro time”, afirma.

Melhor do que ninguém, ele sabe que a tarefa será bastante complicada contra um adversário que pouco mudou em relação ao time campeão no ano passado. “O Cruzeiro tem uma equipe boa, até melhor do que quando eu estava lá e acostumado com finais. Conheço os jogadores e são caras que gostam de ganhar, que vão jogar sempre para vencer as partidas”, diz.

Ele lembra que o Sesi-SP conseguiu criar essa mentalidade vencedora, que fez com que a equipe crescesse na reta final da Superliga. “O time trabalhou e foi montado para buscar o título da Superliga. Nossa equipe sabe jogar contra um rival forte. A ideia é quebrar essa hegemonia e temos possibilidade para isso. Vamos com tudo para conseguir”, avisa.

William lembra que o favoritismo está com os mineiros, que poderão contar com Leal, que foi julgado ontem pelo Superior Tribunal de Justiça Desportiva e absolvido. “Se você quer ganhar, tem de ganhar de um time completo. Acho que seria uma falta enorme ele não jogar, tem muitos torcedores que querem vê-lo em quadra. Ele é um fenômeno, um dos melhores do mundo, o espetáculo precisa de atletas assim”, comenta o levantador.

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