Reprodução/Instagram
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Thaísa revela intuição sobre atentado que matou 39 pessoas na Turquia

Jogadora de vôlei desistiu de última hora de passar a virada no clube Reina

O Estado de S.Paulo

02 de janeiro de 2017 | 16h38

Após escapar do atentado terrorista que resultou na morte de 39 pessoas e no ferimento de outras 69, a jogadora de vôlei Thaísa contou que uma intuição a impediu de passar a virada do ano no clube Reina, em Istambul, na Turquia. A atleta revelou que o marido Guilherme Pallesi queria ir até a festa, mas acabou convencido do contrário.

"Saímos do jantar de comemoração em um hotel com os pais do Guilherme e ele estava empolgado para irmos para lá, para a gente dançar e curtir a noite. Mas fiquei conversando com os pais dele e disse: não acho que devemos ir para a boate. Estou com um sentimento ruim. É um lugar cheio, um ponto turístico, com muitos estrangeiros, e na virada do ano é um prato cheio para o terrorismo e tudo mais. Não quero ir. Quero desistir", contou em entrevista ao blog Saída de Rede, do Uol.

A jogadora que defende o Eczacibasi Vitra, time da capital turca, deu detalhes da premonição que teve. 

"Era como se eu estivesse vendo lá dentro da balada. Só que tinha uma imagem muito escura e fria. Uma visão distorcida e feia, que dava arrepios. O Gui entendeu que eu estava angustiada e mudamos o destino. Voltamos para a casa", disse.

O ataque aconteceu a 1h15 do domingo no horário turco e autoridades locais classificaram o crime como ato terrorista. Um homem não identificado atirou contra um segurança na entrada do estabelecimento e, em seguida, disparou de forma aleatória contra as pessoas que estavam presente. A casa noturna recebia cerca de 600 pessoas no momento da invasão.

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