Unilever dá o troco no São Caetano e empata a semifinal

Mesmo com todas as dificuldades, a Unilever conseguiu dar o troco no Blausiegel/São Caetano pelas semifinais da Superliga feminina de vôlei. Depois de ter o jogo adiado e trocado de local por causa das fortes chuvas que atingiram o Rio nesta semana, a equipe carioca recebeu o time paulista na noite desta quinta-feira, no Ginásio do Tijuca Tênis Clube, e venceu por 3 sets a 0 (25/22, 25/21 e 25/15).

AE, Agência Estado

09 de abril de 2010 | 00h07

A vitória, conquistada com o mesmo placar pelo qual havia perdido no último sábado, fez com que a Unilever empatasse a série melhor de três partidas em 1 a 1. Atual tetracampeão, o time está agora a um triunfo de fazer mais uma final da Superliga. Neste sábado, a equipe recebe o São Caetano, às 21h30, novamente no Tijuca. Quem ganhar pega o Sollys/Osasco na decisão.

Como já pregava o técnico Bernardinho antes mesmo do confronto, a Unilever conseguiu transformar as adversidades enfrentadas nos últimos dias em superação. O time, que ficou preso por quase 24 horas no Maracanãzinho por causa da enchente, inclusive passando a noite de segunda para terça no ginásio, esbanjou motivação desde o primeiro até o último instante do jogo.

Foi com esse espírito que a equipe carioca conseguiu reverter uma desvantagem que parecia impossível no fim do primeiro set. A reação animou a Unilever. Já o São Caetano sofreu um forte baque, do qual não conseguiria mais se recuperar. Liderado pela oposta Joycinha, que terminou o jogo como maior pontuadora, com 16 acertos, o time carioca confirmou a vitória até com certa facilidade.

Após o jogo, Bernardinho apontou a mudança de postura como principal fator para a revanche. "A reação no primeiro set mostrou um time aguerrido", ressaltou o treinador. "Taticamente (o time) soube jogar bem." Já Joycinha admitiu que as dificuldades influenciaram positivamente a equipe. "Aquele dia que a gente passou (no Maracanãzinho) com certeza ajudou", afirmou.

Pelo lado do São Caetano, ficou a lamentação pelo fato de o time ter se abalado com a derrota na primeira parcial. "Entramos jogando bem. A partir do momento que elas (Unilever) cresceram, a torcida cresceu, virou um fator psicológico", comentou o técnico Mauro Grasso, reforçando, porém, que sua equipe segue no páreo pela final, a ser disputada em jogo único, no Ginásio do Ibirapuera.

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