Arquivo/AE
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Vôlei de praia: Brasil vai com força máxima encarar os EUA

Competição no Arizona começa nesta sexta-feira com as principais duplas de cada país; finais serão no domingo

23 de setembro de 2009 | 16h12

A partir da próxima sexta-feira, duas das principais forças do vôlei de praia mundial medirão forças no Arizona, no desafio entre Brasil e Estados Unidos. Os brasileiros vão para o confronto com força máxima, com duplas como Juliana e Larissa, Talita e Maria Elisa, Ricardo e Emanuel e Alison e Harley. Entre as principais parcerias, não jogarão apenas os vice-campeões olímpicos Marcio e Fábio Luiz.

Pelo lado norte-americano, a grande atração é o retorno da dupla feminina Kerri Walsh e Misty May, atual bicampeã olímpica. May não entra em quadra desde outubro, quando sofreu uma lesão, e Walsh voltou no mês passado após ter um filho. Os medalhistas de ouro em Pequim Todd Rogers e Phil Dalhausser também estarão no desafio.

"Esta competição terá uma coisa bem legal que será o fato de jogarmos a favor das outras duplas brasileiras e não contra, como fazemos o ano todo no Circuito Brasileiro e no Circuito Mundial. Além de lutarmos pelas nossas vitórias, torceremos muito pelas outras parcerias do Brasil, pois somos todos uma equipe só, representando o nosso País", disse Juliana.

Nos dois primeiros dias de competição, as duplas brasileiras enfrentarão todas as parcerias norte-americanas, em um total de 32 partidas - metade em cada naipe. Ao fim desta etapa, a parceria brasileira que tiver o melhor desempenho contra os rivais enfrentará na decisão a dupla dos Estados Unidos que se sair melhor nos confrontos contra os times verde-amarelos, no domingo. As equipes brasileira e norte-americana com o segundo melhor desempenho disputarão o bronze, também no domingo.

As partidas da fase classificatória valerão um ponto cada. A disputa do bronze dará ao país vencedor três pontos e o ouro acrescentará cinco pontos à equipe que levar a melhor. O país que totalizar mais pontos vencerá o desafio.

CONFIANÇA

Para Talita, a equipe brasileira é forte e capaz de superar a norte-americana, mesmo jogando na casa da adversária.

"Estaremos todos do mesmo lado, em uma competição diferente, com outro espírito. Ganhar dos norte-americanos dentro da casa deles seria ótimo", afirmou a vice-campeã do Circuito Mundial.

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