Vôlei feminino busca superação

Uma equipe em crise e um campeonato difícil. É a seleção brasileira feminina de vôlei que seguiu para Tóquio, no Japão, para a disputa do Grand Prix, a partir de sexta-feira até 12 de agosto. Sem Virna, Fofão, Érika, Raquel e Walewska, que pediram dispensa, e Elisângela, cortada, ninguém sabe o que esperar da seleção do criticado técnico Marco Aurélio Motta, que apenas fala em ir "com calma" no GP. "Aos poucos, o time busca padrão de jogo. Estamos com uma equipe totalmente reformulada e que precisa de tempo para ganhar entrosamento." O Brasil estréia contra a Alemanha (dia 12). Depois, enfrenta a Tailândia (dia 13) e o Japão (dia 14). Marco Aurélio deve escalar o time-base com a levantadora Marcelle, a oposto Luciana, nas pontas Sassá e Paula Pequeno, as meio-de-redes Valeskinha e Karin e a líbero Fabi. Viajaram ainda para o Japão Sheilla, Ciça, Fabiana Berto, Marina e Arlene. O técnico também continua o trabalho, no GP, para conseguir o entrosamento entre a levantadora e as atacantes. "Aos poucos, e de forma natural, a Marcelle vem se entrosando com o grupo, podendo dar mais velocidade ao jogo. As jogadas pelo meio-de-rede estão saindo com mais segurança."

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.