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Fabio Murru/EFE
Fabio Murru/EFE

Clubes da Itália concordam em reduzir um terço os salários por até quatro meses

No total, 19 dos 20 clubes aceitaram o acordo coletivo e a Juventus já havia acertado algo paralelo

Redação, O Estado de S.Paulo

06 de abril de 2020 | 15h05

Clubes da Série A do futebol italiano decidiram nesta segunda, por unanimidade, cortar um terço dos salários de seus jogadores por período máximo de quatro meses se a atual temporada do futebol não puder ser retomada devido à pandemia de coronavírus. São 33% dos vencimentos. A liga anunciou em comunicado que 19 de seus 20 clubes concordaram com a iniciativa, enquanto a Juventus já havia feito um acordo com seus jogadores individualmente. Ela não divulgou o acordo. A Juve tem o astro Cristiano Ronaldo em suas fileiras.

Segundo a liga italiana, o acordo "é uma ação conjunta para conter" o gasto com os salários de "jogadores, treinadores e outros funcionários dos clubes da primeira divisão". A redução vai atingir os salários durante quatro meses. Mas seriam apenas dois meses caso o campeonato atual seja concluído em maio. "Entende-se que os clubes definirão diretamente os acordos com seus membros", acrescentou o comunicado, que destaca a importância da intervenção. "Necessária para salvaguardar o futuro de toda a estrutura do futebol italiano".

A liga italiana tem 12 rodadas pendentes e mais quatro jogos que foram adiados. A Juventus lidera com 63 pontos, contra 62 da Lazio. A Internazionale está em terceiro lugar, com 54 pontos. Além disso, as semifinais da Copa da Itália foram interrompidas após os jogos de ida. O Napoli venceu a Internazionale, em Milão. Mesmo local em que Milan e Juventus empataram por 1 a 1.

Pelo menos 15 jogadores testaram positivo para covid-19, incluindo os argentinos Paulo Dybala (Juventus) e Germán Pezzella (Fiorentina).

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