Silvio Avila/EFE
Silvio Avila/EFE

Gremistas reclamam muito de arbitragem na final; Cícero comemora gol decisivo

Jogadores do tricolor questionam cartão dado para Kannemann e pênaltis não marcados para o time contra o Lanús

Estadão Conteúdo

23 Novembro 2017 | 00h10

A arbitragem do chileno Julio Bascuñan na primeira final da Copa Libertadores entre Grêmio e Lanús, da Argentina, nesta quarta-feira, em Porto Alegre, foi muito polêmica. Ao final do duelo, vencido pelos brasileiros por 1 a 0, os jogadores dos dois times foram reclamar junto ao trio de arbitragem no meio de campo e por pouco uma briga não aconteceu por causa dos nervos à flor da pele de ambos os lados.

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"Ele é ridículo. Veio aqui para administrar o jogo, foi uma arbitragem ridícula. Não deu cartão para os pendurados deles, deu cartão para o Kannemann. Ele não contava que iria sair o gol porque senão seria perfeito para ele. Dois pênaltis claros não marcados", esbravejou Odorico Roman, vice de futebol do Grêmio logo após a partida em entrevista ao SporTV.

A mesmo reclamação foi feita pelo lateral-esquerdo Bruno Cortez. "Pra que tem vídeo se não usam? Palhaçada isso", disse o jogador. "Unanimidade que foram dois pênaltis a nosso favor não marcados. A vantagem é importante. Nos impusemos no segundo tempo, fizemos o gol e vamos em busca deste título", avaliou o volante Ramiro.

Já Cícero se mostrou alheio a tudo isso e preferiu comentar de seu gol, aos 37 minutos do segundo tempo. "Você não sabe se chora, comemora, a família toda aí vendo. Vim para cá com contrato de risco, mas sabia de meu potencial. Não duvidava de mim mesmo. No primeiro tempo, vi que o jogo estava difícil. Pensei que não tinha vindo aqui de passagem", afirmou.

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