Reprodução/Facebook Pyramids
Reprodução/Facebook Pyramids

Keno e Rodriguinho vivem suspense no Egito após time ameaçar fechar

Dono de clube indica possibilidade de cancelar projeto por estar insatisfeito com críticas recebidas

O Estado de S. Paulo

25 de setembro de 2018 | 15h30

A legião brasileira do Pyramids, do Egito, vive um clima de suspense. O time que investiu mais de R$ 100 milhões em reforços e trouxe vários brasileiros pode abandonar o projeto. O dono da equipe, o xeque saudita Turki Al Sheikh, disse nesta terça-feira à TV do clube que pensa em retirar o investimento por estar decepcionado com as críticas recebidas.

O Pyramids contratou no meio do ano o atacante Keno, ex-Palmeiras, o meia Rodriguinho, ex-Corinthians, e o atacante Ribamar, ex-Atlético-PR. O xeque investiu pesado no clube para desafiar o Al Ahly. Al Sheikh era dirigente do time mais vitorioso do egito e ao se irritar com ex-colegas de trabalho, decidiu romper relações e montar uma nova equipe.

O dono indicou a possibilidade de repensar o investimento e abriu a possibilidade dos mais de 20 jogadores contratados nesta janela de transferências serem encaminhados para outras equipes. O destino mais provável seria a Arábia Saudita, onde o xeque ocupa cargos de presidente da Autoridade Esportiva Geral e do Comitê Olímpico do país.

Por enquanto o possível fechamento do time não chegou ao elenco. O grupo continua a treinar normalmente para os compromissos pela liga local. O Pyramids está na segunda posição do Campeonato Egípcio, com dois pontos atrás e um jogo a menos do que o líder, o Zamalek. O destaque é Keno, autor de quatro gols.

 

 

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