Ivan Storti / Santos FC
Ivan Storti / Santos FC

Léo Cittadini despista sobre escalação, mas diz que Santos mira melhor campanha

Jovem revelado na base santista diz que prefere atuar como segundo volante

Estadão Conteúdo

06 Março 2018 | 13h58

O meio-campista Léo Cittadini está conquistando aos poucos o seu espaço no Santos. Titular nos últimos dois jogos do time no Campeonato Paulista, ele vive a expectativa de ser aproveitado no duelo desta quarta-feira, fora de casa, com o Novorizontino, pela penúltima rodada da primeira fase do torneio estadual. Ele, porém, evitou revelar se o técnico Jair Ventura avisou se vai poupar os titulares por causa da longa sequência de jogos.

+ Após 1º gol, Diogo Vitor admite jogar mais avançado por espaço no Santos

+ Após apagão em clássico, Secretaria afasta diretor do Pacaembu

"Isso é mais com ele, é conversado com a fisiologia, fazem a CK, um exame pós-jogo", disse. "Ele conversa conosco, principalmente o pessoal que faz mais jogos com frequência, ele bate um papo com o pessoal, além de avaliar os exames para saber as condições de jogo", acrescentou.

Com a derrota do Palmeiras para o São Caetano na noite de segunda-feira, o Santos passou a ter mais chances de ter a melhor campanha desta etapa do Paulistão, pois está a apenas dois pontos do rival, que lidera a classificação geral. E Léo Citadini destacou que este será o objetivo da equipe nos duelos com Novorizontino e São Bento. "Acho que é importante terminar na liderança geral do campeonato. Faz a diferença nas próximas fases. Temos dois jogos, vamos buscar vencê-los para terminar em primeiro", afirmou.

Meia de origem - foi assim que liderou o Santos ao título da Copa São Paulo de Futebol Júnior em 2013 -, Léo Citadini foi recuado para a função de segundo volante por Dorival Júnior e também atuou nessa função contra o Corinthians, no último fim de semana, quando ocupou a vaga que costumava ser de Renato.

Ele garante que até prefere jogar assim e agradeceu a confiança que vem recebendo do treinador santista. "O Jair é um treinador diferenciado. Ele nos dá muita confiança para desempenhar o futebol, gosta muito dos garoto, me deixa muito à vontade dentro do campo. Eu prefiro fazer essa função, até conversei com ele no início do ano, me sinto adaptado", comentou.

Encontrou algum erro? Entre em contato

publicidade

publicidade

publicidade

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.