Staff Images/Flamengo
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Maurício Barbieri lamenta empate do Flamengo e promete outro jogo contra Cruzeiro

Técnico vê equipe com bom desempenho em Belo Horizonte e acredita em classificação na Libertadores

Estadão Conteúdo

26 Agosto 2018 | 19h26

Embora o empate do Flamengo com o América-MG, por 2 a 2 no estádio Independência neste domingo, tenha deixado um sentimento de chateação, o técnico Maurício Barbieri garantiu que o fato não vai influir em nada no jogo decisivo contra o Cruzeiro, nesta quarta-feira, no estádio do Mineirão, também em Belo Horizonte, valendo vaga nas quartas de final da Copa Libertadores.

"É outra competição, é outro adversário e outro momento. O Cruzeiro tem uma boa vantagem (venceu por 2 a 0 no Maracanã), mas nós vamos tentar de tudo para reverter esta situação ou para levar a definição aos pênaltis ou no tempo normal", disse o treinador. Para seguir na disputa, o time carioca precisa vencer por três ou mais gols de diferença.

Barbieri acha que este próximo jogo será decidido em detalhes, citando inclusive que no jogo de ida seu time falhou em um gol e o outro nasceu em uma bola parada. "Nós vamos ter que entrar em campo ligados e determinados a buscar o resultado necessário", decretou.

Em termos físicos, ele não teme o desgaste produzido neste jogo, quando optou por escalar os seus titulares. Até citou que o Cruzeiro adotou o mesmo procedimento no último sábado, na vitória sobre o Fluminense por 2 a 1. Lamentou apenas o descuido no primeiro gol do América-MG e depois considerou uma infelicidade o lance do segundo gol adversário. "Parece que a falta nem existiu, mas foi marcada. Na cobrança, numa bela cobrança, a bola bateu na trave e sobrou sozinha para o jogador deles. Se não fosse isso, a gente sairia com a vitória", argumentou.

Com isso, também defendeu os seus defensores e lamentou a expulsão do volante colombiano Cuéllar, que o obrigou a reforçar a marcação. Primeiro com a entrada de Piris no lugar de Henrique Dourado e depois com a saída do meia Diego para a entrada do zagueiro Rhodolfo. "Até então o time deles não tinha criado nada. Era necessário reforçar a marcação e, naturalmente, a gente recuou um pouco. Mas o gol foi mesmo um lance de sorte deles", concluiu.

 

 

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