Alex Silva/ Estadão
Alex Silva/ Estadão

Oswaldo é o sétimo demitido em seis rodadas do Brasileirão

Média é inferior a 2014 e 2013, quando 8 caíram antes do 7º jogo

O Estado de S. Paulo

09 de junho de 2015 | 16h44

Santos e Atlético-MG abrem a sétima rodada do Campeonato Brasileiro nesta quarta-feira, no Independência. As duas equipes estão em pontas distintas da tabela, mas um número que realmente assusta neste início de Brasileirão é o de troca de técnicos. 

Em apenas seis jornadas, sete treinadores foram demitidos de seus cargos. A última vítima foi Oswaldo de Oliveira, que ficou cerca de seis meses no Palmeiras e se despede com um aproveitamento bom de 62,37%, sendo 17 vitórias em 31 jogos. 

Alguns dos dispensados já estão em novos centros de treinamentos. Por exemplo, Vanderlei Luxemburgo, que saiu do Flamengo e assumiu o Cruzeiro. Em seu lugar, o rubro-negro chamou Cristóvão Borges, que tinha sido demitido do Fluminense ainda no Carioca. 

O tricolor, por sua vez, começou o Brasileirão com Ricardo Drubcsky no comando, mas o trocou por Enderson Moreira na segunda rodada. Enderson está em seu terceiro time em 2015, pois já comandou o Santos e o Atlético-PR. 

No Sul, Luis Felipe Scolari deixou o Grêmio e o ídolo Roger Machado assumiu o cargo. No Joinville, Hemerson Maria foi substituído por Adilson Baptista. E o Coritiba, nesta segunda-feira, trocou Marquinhos Santos por Ney Franco. 

Marcelo Fernandes, técnico do Santos, é cotado como o próximo a fazer parte da estatística. Seu time não tem apresentado a mesma performance do Estadual. 

A média de mais de um técnico demitido por rodada não é tão absurda assim para os padrões recentes do futebol brasileiro. Em 2014 e 2013, neste mesmo período do torneio, oito treinadores já tinham perdido o emprego antes da sétima rodada. O boom das demissões também ocorreu em 2010, quando nove tinham caído após sete jogos. 

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