Reprodução
Reprodução

Palmeiras: Borja posa com camisa do Barranquilla e Scarpa recebe proposta do Almería

Palmeiras tenta cortar gastos e até agora não anunciou nenhum reforço para a próxima temporada

Redação, O Estado de S.Paulo

29 de dezembro de 2019 | 19h55

O Palmeiras ainda não anunciou reforços para a próxima temporada. Até agora, o clube alviverde parece mais preocupado em enxugar o elenco. A mais recente saída, ainda não oficializada, é a do atacante Miguel Borja, emprestado ao Junior Barranquilla, da Colômbia.

O jogador já posou nas redes sociais com a camisa do novo clube. Borja assinará contrato de empréstimo até o final de 2020 e terá salários pagos pelo Junior Barranquilla. Também existe uma cláusula dizendo que se o atacante participar de 73% dos jogos ou marcar 23 gols, o time colombiano terá de comprar 50% dos direitos dele, pagando cerca de R$ 17 milhões. 

Borja é a contratação mais cara da história do Palmeiras, que investiu US$ 10,5 milhões (R$ 32,5 milhões na época) para comprar o centroavante do Atlético Nacional, da Colômbia. O investimento pelos 70% dos direitos econômicos do jogador foi feito com a ajuda da patrocinadora Crefisa, que terá de receber o valor até o fim de 2023.

Outros dois nomes também estão próximos de trocar de time. O Almería ofereceu 7 milhões de euros (R$ 31,6 milhões) pela contratação do meia Gustavo Scarpa e o Bragantino quer pagar por volta de R$ 27 milhões pelo atacante Arthur, que estava emprestado ao Bahia no Brasileirão. 

O Palmeiras não se pronuncia sobre as negociações. O clube passa por uma transformação no comando do futebol. Alexandre Mattos foi demitido e em seu lugar chegou Anderson Barros, que estava no Botafogo. Ele, ao lado do presidente do clube Mauricio Galiotte, e de um comitê estatutário criado nas últimas semanas, serão os responsáveis por montar o elenco. 

 

 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 

Uma publicação compartilhada por Miguel Angel Borja (@miguelaborja23) em

A ordem é arriscar menos, pois o clube errou muito nas contratações nas últimas janelas. Um reflexo disso é o déficit do clube, que passa dos R$ 40 milhões. Em razão da situação financeira, o momento tem sido mais de saídas do que chegada.

Fernando Prass, Edu Dracena, Henrique Dourado e Thiago Santos já deixaram o clube. Responsável pelo dinheiro das contratações, Leila Pereira, presidente da Crefisa, utilizou as redes sociais para pedir paciência aos torcedores. Ela criou certa polêmica inicialmente ao dizer que o palmeirense estava reclamando demais. Neste domingo, tentou se justificar. Disse que o torcedor tem direito de reclamar e prometeu uma grande temporada em 2020. 

 

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.