Rodrigo Coca/Agência Corinthians
Rodrigo Coca/Agência Corinthians

Renato Augusto trata clássico entre Corinthians e Palmeiras como 'jogo de xadrez'

Meia alvinegro enalteceu a força das duas equipes para o jogo desta quinta-feira, no Allianz Parque

Redação, O Estado de S.Paulo

16 de março de 2022 | 14h01

O aguardado clássico entre Palmeiras e Corinthians, nesta quinta-feira, às 20h30, no Allianz Parque, pelo Campeonato Paulista, reúne os dois rivais vivendo ótimo momento. Líder e vice da classificação geral se enfrentam em um jogo que promete grandes emoções no primeiro duelo entre os técnicos portugueses Abel Ferreira e Vitor Pereira. O meia Renato Augusto destacou a força das equipes e disse esperar um "jogo de xadrez".

"Eu costumo dizer que alguns jogos grandes, como clássicos, são jogos de xadrez. Às vezes, tem que mudar uma peça no momento exato para chegar ao gol. São duas grandes equipes, clubes gigantescos, quem ganha com isso é o público que assiste ao jogo, tanto de casa quanto do estádio. Espero que a gente possa fazer um grande jogo e ganhar", projetou.

Renato Augusto evitou apontar um favorito e analisou os últimos clássicos do Campeonato Paulista ao pontuar a diferença de postura entre os times em cada partida.

"Cada jogo tem a sua história, é difícil cravar como cada time joga. No clássico contra o São Paulo, tomamos o gol com um minuto e depois ficamos tentando o gol o tempo inteiro. No jogo Palmeiras x São Paulo, o Palmeiras fez o gol primeiro e o São Paulo tentou buscar o jogo. Não tem como garantir como o Palmeiras vai vir ou como nós vamos", afirmou.

O experiente meia também contou que o Palmeiras pode levar ligeira vantagem na partida já que o Corinthians ainda não autou no novo gramado sintético do Allianz Parque.

"É muito difícil porque ainda não joguei lá no sintético. Quando joguei lá, era grama natural. Dizem que é uma grama um pouco melhor do que as tradicionais. É um time que está acostumado a jogar ali. Pode ter uma pequena vantagem por estar acostumado, mas não podemos ficar lamentando quanto a isso. Vamos tentar nos adaptar o mais rápido possível."

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