Martin Keruzore/Volvo Ocean Race
Martin Keruzore/Volvo Ocean Race

Barcos da Volvo Ocean Race deixam a costa brasileira rumo a Newport

Etapa do Brasil da tradicional competição de vela foi disputada em Itajaí, no litoral de Santa Catarina

Estadão Conteúdo

30 de abril de 2018 | 16h02

Os barcos da Volvo Ocean Race cruzaram nesta segunda-feira a Linha do Equador e agora seguirão até o final da temporada somente no Hemisfério Norte. As sete equipes largaram de Itajaí, no litoral de Santa Catarina, no dia 23, rumo a Newport, nos Estados Unidos.

Barco da ONU faz crítica às refinarias de petróleo durante Volvo Ocean Race

Martine Grael se prepara para retomar parceria com Kahena Kunze

Largada da Volvo Ocean Race conta com 5 mil pessoas e torcida por Martine Grael

O percurso total da etapa é de 5.700 milhas náuticas (cerca de 10.500 quilômetros). Já foram percorridas 4.700 milhas náuticas (8.600 quilômetros). Dos Estados Unidos, os veleiros seguem para a Europa rumo a Cardiff, no País de Gales. Depois haverá ainda a etapa de Estrasburgo, na França, e a competição termina em Haia, na Holanda, com chegada prevista para 24 de junho.

A oitava etapa tem sido marcada pela disputa acirrada entre as equipes. O barco da ONU, Turn The Tide On Plastic, que estava na ponta nos últimos dias, caiu para o terceiro lugar. Quem assumiu a liderança foram os dinamarqueses/norte-americanos do Vestas 11th Hour Racing.

Em segundo lugar aparece o barco chinês Dongfeng Race, que lidera a classificação geral. A diferença entre o primeiro e o segundo colocados na disputa é menor do que 5 milhas náuticas, o que em uma competição como essa significa que estão praticamente empatados.

Em quarto lugar está o barco holandês Team Brunel, que venceu a etapa brasileira. O outro veleiro holandês, o Akzonobel, que tem a brasileira Martine Grael na tripulação, ocupa o quinto lugar. Os espanhóis da Mapfre estão em sexto e os chineses do Sun Hung Kai/Scallywag estão em último.

PROBLEMAS

A tripulação da Mapfre ficou sem energia a bordo. A equipe precisou trocar o fusível da bateria principal e chegou a perder velocidade. "O fato de termos de usar este sistema para a quilha é difícil porque significa que um de nós tem que estar abaixo com a alavanca para controlar a quilha manualmente", disse o espanhol Ñeti Cuervas-Mons.

Mas desde que o reparo foi feito, a equipe espanhola vem ganhando milhas e está mais ao norte do que o Dongfeng, o AkzoNobel e o Scallywag, porém mais distantes do porto de Newport. Os espanhóis estão em segundo na classificação geral com apenas um ponto atrás dos chineses do Dongfeng Race. O time da brasileira Martine Grael é o quarto na tabela.

Tudo o que sabemos sobre:
Martine GraelVela

Encontrou algum erro? Entre em contato

Comentários

Os comentários são exclusivos para assinantes do Estadão.

Tendências:

O Estadão deixou de dar suporte ao Internet Explorer 9 ou anterior. Clique aqui e saiba mais.