Marko Djurica/Reuters
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Seleção feminina de handebol encara jogo oriental outra vez na estreia do Mundial

Brasil enfrenta o Japão às 14h45 deste sábado - dois anos atrás, estreou contra a Coreia do Sul

Estadão Conteúdo

02 Dezembro 2017 | 08h06

A seleção brasileira de handebol feminino enfrentará novamente um time oriental na estreia do Mundial da modalidade, marcada para este sábado, às 14h45 (de Brasília), em Oldenburg, na Alemanha, pelo Grupo C da competição. Desta vez, a adversária será o Japão - em 2015, o Brasil iniciou o torneio jogando contra as sul-coreanas.

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O técnico espanhol Jorge Dueñas ainda está em fase de implantação de seu estilo de jogo no handebol nacional - ele assumiu o grupo ainda neste ano -, mas tem boa perspectiva após comandar as brasileiras em um período de treinamentos e partidas amistosas na Romênia.

"Vamos melhorando a coordenação do nosso jogo. A defesa está adquirindo mecanismos e estamos buscando algumas variantes no ataque. A partida com o Japão será difícil. O jogo delas é bastante rápido, com muitas combinações. A defesa delas é muito ativa e têm grande velocidade no contra-ataque. Precisamos fazer um bom jogo para vencer", projetou Jorge Dueñas em entrevista publicada no site da Confederação Brasileira de Handebol (CBHb).

Já a meia-esquerda Duda Amorim elogiou a preparação do selecionado brasileiro e disse esperar uma estreia com vitória sobre o Japão. "Tiramos bom proveito da nossa preparação. Tivemos mais momentos bons que ruins. Aos poucos, estamos encaixando as jogadas e o ritmo entre as atletas. Espero começar o Mundial com uma vitória, por mais que toda estreia apresente um certo nervosismo. O Japão tem um estilo muito diferente do nosso, mas vamos nos concentrar bastante para esse primeiro passo", destacou.

Duda, de 31 anos, que atua pelo Gyori Audi ETO, da Hungria, e já conquistou o título de melhor jogadora do mundo, em 2014, fez uma análise sobre as adversárias que considera mais perigosas nesta primeira fase do Mundial da Alemanha - o selecionado nacional terá pela frente, além do Japão, as equipes da Dinamarca, Tunísia, Montenegro e da Rússia.

"Os confrontos contra Rússia e Dinamarca serão bem difíceis, pois elas têm uma equipe mais forte. Montenegro também preocupa, agora que algumas atletas mais experientes voltaram para a Seleção. Mas, estamos prontas para lutar muito em todos os jogos", finalizou a brasileira.

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