Saeed Khan/AFP
Saeed Khan/AFP

Técnico do Japão aponta jogo coletivo como arma para bater Senegal 'mais forte'

Asiáticos e africanos se enfrentam neste domingo, às 12 horas (de Brasília), em Ecaterimburgo

Estadão Conteúdo

22 Junho 2018 | 16h22

O técnico Akira Nishino reconheceu que a seleção do Senegal, próximo adversário do Japão neste domingo, às 12 horas (de Brasília), em Ecaterimburgo, pela segunda rodada do Grupo H da Copa do Mundo da Rússia, é mais forte que a asiática. No entanto, na visão do treinador, os japoneses têm uma importante arma: o jogo coletivo.

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"Os jogadores japoneses podem ser mais fracos individualmente comparados aos do Senegal, mas nosso ponto forte é o jogo coletivo. Queremos provar isso e mostrar ao mundo na próxima partida", apontou Akira Nishino.

A seleção japonesa, de fato, teve como principal virtude na vitória sobre a Colômbia, na primeira rodada do Mundial, o trabalho em equipe, especialmente no que diz respeito à disciplina na marcação. A vitória se tornou mais viável de ser conquistada depois que o volante colombiano Carlos Sánchez foi expulso.

Akira Nishino espera um jogo duro contra os senegaleses, que também venceram em sua estreia no torneio - derrotaram a Polônia por 2 a 1. Ambos têm três pontos e lideram surpreendentemente o Grupo H. "Senegal é muito forte, não só fisicamente. Eles são um time muito organizado", destacou o treinador.

 

O treinador comandou um treino tático nesta sexta-feira e não deu pistas de qual será o time titular contra o time africano. Ele, que assumiu a seleção a pouco mais de dois meses do início da Copa do Mundo, tem o costume de usar uma prancheta tática nas atividades. Os japoneses já estão em Ecaterimburgo e fazem neste sábado o último treino antes do duelo.

 

 

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