Anton Vaganov / Reuters
Anton Vaganov / Reuters

Técnico faz uma mudança na Costa Rica e indica aposta em jogadas de bola parada

Óscar Ramírez nega que tenham ocorrido desentendimentos entre os jogadores costarriquenhos

Leandro Silveira, enviado especial / São Petersburgo, O Estado de S.Paulo

21 Junho 2018 | 12h22

Derrotada por 1 a 0 pela Sérvia em sua estreia na Copa do Mundo, a Costa Rica não terá grandes mudanças para o duelo com o Brasil, nesta sexta-feira, em São Petersburgo, pela segunda rodada do Grupo E. Na véspera do confronto na Arena Zenit, o técnico Óscar Ramírez confirmou que só fará uma troca na escalação com a entrada do meio-campista Bryan Oviedo no lugar de Cristian Gamboa.

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"Posso confirmar a escalação, com Oviedo entrando no lugar do Gamboa. Vamos manter a estrutura para um jogo que deverá ser complexo", afirmou o treinador, que era pressionado a fazer mais mudanças na escalação em razão da atuação apagada dos costarriquenhos em sua estreia na competição.

Assim, a Costa Rica vai entrar em campo às 9 horas (de Brasília) desta sexta-feira diante do Brasil com a seguinte escalação: Keylor Navas; Gamboa, González, Acosta e Óscar Duarte; Guzman, Oviedo, Borges e Venegas; Brian Ruiz e Ureña.

A Costa Rica é a única equipe que ainda não pontuou no Grupo E, pois Brasil e Suíça empataram na estreia por 1 a 1, e, assim, corre risco de ser eliminada como uma rodada de antecedência da Copa do Mundo. Ramírez reconheceu que a tarefa da sua seleção é complicada, além de ter indicado que as jogadas de bola parada serão exploradas para surpreender o time de Tite - foi assim, aliás, que os suíços marcaram o seu gol no domingo passado contra o Brasil.

 

"É importante jogar para buscar a vitória. E as jogadas ensaiadas podem ser uma boa ferramenta. Não quero apenas o empate, mas a vitória. Eles podem se desequilibrar e nos dar algumas oportunidades. Temos que aproveitar as possibilidades", disse o treinador da Costa Rica, assegurando que o seu time não abdicará de atacar.

Ramírez voltou a negar que existam desentendimentos dentro do grupo da seleção, apontando que informações sobre conflitos seriam falsos e motivados pela derrota na estreia na Copa do Mundo. "As pessoas não gostam de perder, o nosso povo é emotivo e se torna autodestrutivo. Nesse caso, informações não saíram do time. Não há grupinhos, não tive que intervir. Não vi nada dessa natureza, não tive. São todos muito tranquilos. Quem está disseminando essa história não o fez de forma idônea", concluiu.

 

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