Cesar Greco/Ag. Palmeiras
Cesar Greco/Ag. Palmeiras

Palmeiras trata clássico com Corinthians como 'vacina' contra nova crise

Equipe alviverde poupa titulares e adota cautela por considerar encontro de sábado como uma partida com peso extra

Ciro Campos, O Estado de S. Paulo

08 de novembro de 2019 | 04h30

Ainda com chances de conquistar o Campeonato Brasileiro, mas com uma desvantagem considerável para o Flamengo, o Palmeiras tem no clássico com o Corinthians a chance de amenizar um pouco a possível frustração de terminar a temporada sem títulos. No sábado, no Pacaembu, o time do técnico Mano Menezes tem a responsabilidade de bater o rival pela primeira vez no ano e evitar um novo momento instável.

Entre os altos e baixos do time na temporada, pelo menos agora o clube desfruta de mais tranquilidade. São sete rodadas sem perder, com quatro vitórias consecutivas. Porém, mesmo diante de sequência positiva a semana do clássico exigiu cuidados especiais da comissão técnica. O time poupou vários titulares diante do Vasco, em um recado claro que não quer de jeito nenhum se complicar no clássico.

"Para que a gente ficasse muito concentrado, focado no jogo do Vasco, sem pensar no jogo do Corinthians, que é um jogo diferente, optamos por colocar jogadores diferentes para suportar o jogo e manter esse nível de concentração. São jogos difíceis, que exigem muito. A opção foi nessa linha", explicou o técnico Mano Menezes depois da vitória em São Januário por 2 a 1.

Palmeiras e Corinthians se enfrentaram duas vezes nesta temporada. Pelo Campeonato Paulista, em fevereiro, o time alvinegro ganhou por 1 a 0, gol de Danilo Avelar. O último encontro foi pelo Campeonato Brasileiro, em Itaquera, no início do mês de agosto. Ainda comandados por Luiz Felipe Scolari e Fábio Carille, os rivais empataram por 1 a 1.

Depois desse encontro o Palmeiras passou por uma crise técnica. O time foi eliminado da Copa Libertadores, Felipão acabou demitido e o clube conviveu com protestos contra o elenco e principalmente com a diretoria como alvo. O presidente Mauricio Galiotte e o diretor de futebol Alexandre Mattos receberam críticas, que por enquanto diminuíram. Mas um tropeço no dérbi pode fazer tudo mudar.

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